domingo, 13 de janeiro de 2013

Um pouquinho de Suiça, França e Alemanha... (parte 3 e final)

Cidade de Chamonix e o Mont Blanc
Depois de comer bastante chocolate, fizemos o passeio que eu achei o ponto alto da viagem. Fomos visitar a pequena (mas super chique) cidade de Chamonix-Mont-Blanc. Como o próprio nome sugere, é lá que fica o famoso Mont Blanc. Vindo de Lausanne, onde estávamos, são 115 km pelo caminho dos Alpes. A estrada é super estreita, mas é uma paisagem maravilhosa. Vale a pena fazer esse caminho com calma.



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Os Alpes correspondem apenas ao trecho entre Martigny e Chamonix, mas acredite: é show de bola!!!!


Chamonix (vista do teleférico)
A cidade de Chamonix fica em um vale, cercado por montanhas. Nós passamos o dia e voltamos, mas é o tipo de lugar onde vale a pena passar algumas noites. Para mais informações sobre a cidade, segue o site dela aqui. Existem vários lifts que te levam a muitas pistas de ski, além do mirante do Mont Blanc, conhecido como Aiguille du Midi. Como só tínhamos algumas horas, resolvemos fazer apenas esse passeio. Não lembro quanto foi o ticket, mas o site da atração está aqui.

Reparem na diferença de altitude

Viu como nem tava frio?? Rs...

Mirante visto de cima com a cidade ao fundo
Acima de tudo!

E finalmente: olha o Mont Blanc aí atras!
Após o passeio ao topo do Mont Blanc, resolvemos voltar a Lausanne por outro caminho. É um pouco mais longo, mas, além de ser diferente, ainda pudemos conhecer outra cidade no caminho, que se chama Annecy. A cidade tem um lago de frente pra montanha que é uma graça e vale a pena o passeio.


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Pont des Amours

Canal em Annecy

Lac d'Annecy


Panorâmica

Palais de I'Ile



Outro canal
Bem, algumas dicas finais. Pra se chegar em Annecy é preciso passar por uma praça de pedágio (na entrada e na saída). Não lembro o preço, mas não é caro. O importante é ter dinheiro na mão, principalmente moedas, já que esses pedágios são aqueles automatizados.

Como só tínhamos poucas horas, resolvemos ir direto para a região do lago (que é a parte turística), então não dá pra dizer que vimos a cidade. Chegando lá, não é difícil achar vaga na rua para deixar o carro. Na verdade, achar a vaga é o mais fácil. Difícil mesmo é lidar com aquele parquímetro francês!! Rs. Ficamos alguns bons minutos tentando, até que uma francesa misericordiosa chegou e fez pra gente. Infelizmente não poderei dizer como foi, já que até agora não sei como ela fez. Só sei que precisa colocar a placa do carro. Boa sorte.  :)

Quem por acaso achou que Annecy não vale a pena, recomendo procurar fotos dessa cidade no verão ou na primavera. #ficaadica.

Bem, essa foi nossa pequena (e primeira) trip à Europa. Tivemos uma impressão maravilhosa e ficamos com muita vontade de voltar. Quem não fica, não é?








domingo, 4 de novembro de 2012

Um pouquinho de Suiça, França e Alemanha...(parte 2)

Trem do chocolate
Na Suiça tem um passeio bem bacana que é a visita à fábrica da Nestlé. Afinal estamos na Suiça né? Pra ficar ainda melhor, é possível fazer esse passeio indo de trem panorâmico, o chamado Trem do Chocolate. Ele sai de Montreux, na beira do lago Leman e vai até Broc, numa day trip bem interessante. Infelizmente, o passeio de trem não está disponível no inverno, então tivemos que fazê-lo de carro mesmo. Ainda assim, foi bem legal.


Fábrica da Nestlé (no verão, repararam?)

A mesma fábrica, mas no inverno
A entrada na fábrica custa CHF 8 (oito francos suíços), ou seja, uns R$ 16 na época em que fomos. Mais informações sobre a visita acesse o site da fábrica aqui. Se você quiser mais informações sobre o passeio de trem, é só acessar esse site aqui.

Na semana em que estivemos na Suiça, nós não usamos trem, pois já tínhamos alugado um carro. Mas o trem é um transporte muito prático naquele país (e acho que na Europa toda). Então, pra quem quer conhecer a Suiça, acho importante dar uma pesquisada sobre o Swiss Pass. Com ele, você pode desfrutar de transporte em todo o país e descontos em várias atrações. Mais informações aqui e aqui.

Bem, voltando à fábrica, além de uma aula de cultura geral sobre as origens do chocolate e a fundação da Nestlé, você ainda tem o prazer (e põe prazer nisso) de degustar váááários chocolates no final do tour. À vontade!!! E óbvio, na saída, uma big loja pra você gastar todos os seus preciosos euros em chocolate!! Rs.

Sala de degustação

Chocolates à venda
No passeio tem uma parada na cidade de Gruyères (isso mesmo, onde inventaram o queijo gruyères), que fica bem ao lado de Broc, onde está a fábrica. Então, resolvemos fazer o mesmo itinerário. Em Gruyères, além de muito queijo, tem ainda o Chateau de Gruyères, que é um castelo de uma família que dominava a região e fica no alto de uma colina.

Vista da estrada

Vilarejo de Gruyères

Reparem como a cidade está cheia, rs.

As vistas são sempre magníficas!!

Dentro do chateau


Vista lá de cima

Jardim do chateau

E a viagem continua...

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Um pouquinho de Suiça, França e Alemanha... (parte 1)

Lausanne - Suiça
Em nossas últimas férias (Fev/2012), fizemos nossa primeira viagem à Europa. Encontramos uma passagem super barata (cerca de R$ 1.100 ida e volta por pessoa com taxas) para a rota Recife/Frankfurt/Recife na Condor (www.condor.com). Como já estaríamos no Nordeste, então valeu super a pena. Obviamente que com esse preço de passagem, a primeira coisa que eu fiz foi comprá-la para depois pensar onde iríamos e o que faríamos na Europa. Rs.

Infelizmente não tivemos muito tempo, apenas uma semana - que é um tempo quase infinitesimal em se tratando de turismo na Europa - mas aceitamos o desafio de bom grado e foi ótimo.

Lembramos de um amigo que mora em Lausanne na Suiça e como teríamos pouco tempo, achamos uma boa concentrar os esforços em uma região só e aproveitar para revê-lo (e sua esposa que não conhecíamos). Entramos em contato e acertamos tudo. Valeu Gustavo e Mayara!!! o/

Bem, primeiro tenho que dizer que apesar da Condor não ser muito conhecida no Brasil, é uma empresa com um preço bom e um serviço decente. Nada muito diferente do que já estamos acostumados. O vôo foi tranquilo e chegamos cedo em Frankfurt.

O Aeroporto é enorme e dá de milhões a zero em qualquer um dos que temos por aqui. Eu já tinha reservado um carrinho na Sixt (www.sixt.com) e fui lá pegá-lo. Pra minha alegria, me deram um Audi A3 novinho. Adorei!! Só tomem cuidado na hora de pedir um GPS. Eu pedi e o carro vinha com computador de bordo. Até aí tudo bem. O problema é que ele estava configurado apenas para a Alemanha. Ou seja, tivemos que chegar na Suiça sem GPS. Foi tenso!!!

Olha nosso carrinho aí
Preciso dizer que como a distância entre Frankfurt e Lausanne é de uns 600 km, a nossa primeira idéia foi pegar outro avião até lá. Muito caro e levaria o dia inteiro!! A segunda opção foi pegar um trem. Também muito caro. Pelo preço do trem, nós pegamos um carro, conhecemos algumas cidades pelo caminho e ainda ficamos com transporte para fazer todos os passeios na Suiça. Foi cansativo, mas acho que valeu a pena.

Nossa primeira parada foi Heidelberg. Como eu fiz o favor de esquecer minha calça de frio (a que fica por baixo) e já estava contando de comprar um casaco por lá, a idéia seria parar na primeira loja que víssemos. E foi o que fizemos. Achamos uma H&R e fiz a festa. Nem aproveitamos a cidade, pois eu estava tenso com o lance do GPS. Então seguimos viagem.

Chegamos em Strasbourg (França) na hora do almoço. Achamos um restaurante qualquer, comemos e fomos dar uma volta. Estava um frio horroroso!!!! Rs.

Olha como a rua está cheia de gente por causa do calor!!

Em frente à Universidade de Strasbourg


Estátua do Goethe

Ao fundo a Notre Dame de Strasbourg. À esquerda a Dani com frio.

Incrível a igreja. Imagino a de Paris

Vocês acreditam que mesmo com aquele frio, tinha manifestação na prefeitura. Ô povo politizado!!!
Depois de sairmos de Strasbourg, tentei voltar para a estrada em que estávamos e não consegui. Mas achamos outro caminho e deu tudo certo. Chegamos em Lausanne já tarde, dormimos bem e já empolgados com os próximos dias. No dia seguinte, nossos amigos nos levaram para conhecer o Lago Leman e subir uma montanha (o Glacier 3000 em Diablerets).

Lago Leman (no verão, as pessoas nadam nesse lago. No inverno, só pato mesmo)


Já ficaram com frio???

Teleférico

Vista do teleférico

Vista lá em cima

Paisagens de tirar o fôlego

Temperatura "amena", rs

Piscina sobre uma fonte térmica. Ótima pedida depois de um dia frio.

O passeio foi fantástico, com vistas maravilhosas. Estava muito frio, mas valeu a pena. Depois fomos a uma piscina que foi construída sobre uma fonte térmica natural. Achei o máximo!!! Tinha uma parte interna e outra externa, ou seja, você podia estar numa água a 37 graus com a cabeça pra fora a uma temperatura de - 15 graus. Show de bola!!!!

Apesar de estarmos ainda no segundo dia de viagem, esse relato já está muito grande, então acho que vou deixar pra contar o resto num próximo post...


sábado, 7 de janeiro de 2012

Los Roques - O Caribe Venezuelano

Los Roques

Praia de Madrisquí

Bem, como vocês podem perceber pelo do título, Los Roques pertence à Venezuela e é banhado pelo mar do Caribe. Segundo o wikipedia, Los Roques é um conjunto de ilhas e cayos nas Pequenas Antilhas e pertence ao Hugo Cha...ops, à Venezuela. É também um Parque Nacional, ou seja, paga-se para entrar (cerca de USD 20) e fica a cerca de 176 km de Caracas.

O melhor meio de transporte é por via aérea (por via marítima leva muito tempo) com cerca de 45 min de vôo, saindo do terminal doméstico do aeroporto de Caracas.

Venezuela - primeiras impressões

É de todos ou do Huguinho??
Bem, não tirei foto do aeroporto porque, acreditem, não vale a pena. O Santos Dumont no RJ é pequeno mas dá de mil a zero. Não cheguei a visitar Caracas, mas a visão que tive de cima (chegamos pela manhã) não foi das melhores.

Primeira coisa a saber quando se chega à Venezuela: NÃO TROQUEM SEUS DÓLARES NAS CASAS DE CÂMBIO. O Huguinho fica de birra com os States, mas adora seus dólares. E como é ele que manda na brincadeira lá, ele quer dólares baratos, claro!!

Quando estivemos lá, estavam pagando (oficialmente) 4,3 bolívares para cada dólar. No "mercado negro" me pagaram 7 bolívares. É uma diferença e tanto. E como funciona esse mercado? Muito simples. Na saída da área de embarque, tem milhares de "transportadores de bagagem". São autorizados, tem uniforme e tudo. Eles querem levar sua bagagem "de graça" até o outro terminal (normalmente os turistas estão indo pras ilhas caribenhas que saem do terminal doméstico). No caminho, e longe dos soldados (sim, o exército está lá) eles trocam seu money. Simples.

Acho que valeu a pena, mas quando cheguei em Los Roques, precisei trocar mais um tanto e achamos um cara (recomendação da pousada) que trocava a 7,5 bolívares por dólar. Ótimo negócio.

Chegando lá

Bem, chegar na Venezuela é simples. Tem vôos diretos da Gol e da Tam. Normalmente, os vôos chegam à noite, então, via de regra, fica-se uma noite em Caracas. Isso não aconteceu conosco porque vínhamos dos States e chegamos pela manhã. Deem uma pesquisada sobre hotéis em Caracas para o pernoite e tomem cuidado com os táxis, pois tem muito táxi pirata. Apesar de provavelmente ser mais caro, é sempre bom procurar os táxis autorizados. Mais informações sobre táxis nesse link aqui.

Depois de uma noite em Caracas, dirija-se ao aeroporto para seu vôo à Los Roques. Tem vôo em alguns horários durante o dia, mas o melhor é o que sai mais cedo, pois assim vc consegue aproveitar esse dia já em Los Roques. Existem poucas cias aéreas para lá, sendo as mais conhecidas a Aerotuy e a Chapi Air. Essas tem aviões grandes com cerca de 30 a 40 lugares. Se vc achou que 30 ou 40 lugares não é grande, olhem o avião em que fomos para lá:

Achou o outro grande agora??
Devo confessar que morri de medo quando vi esse teco-teco na minha frente. Cabia OITO passageiros no avião. Bem, o importante é que chegamos bem. Em tudo isso, tem uma coisa muito importante a saber. Nesse avião não há espaço para excesso de bagagem. Nos outros é cobrado um valor alto, mas não vale a pena arriscar. Tragam pouca bagagem, pois a cota é de apenas 10 kg por pessoa (a verdade é que uma mochila daria né? roupa de praia, banho e itens de higiene pessoal. Quer mais pra que??).

Pousadas

Não se enganem, apesar das pousadas em Los Roques serem super simples, esse não é um destino lá muito barato. A diferença está no "charme" entre uma e outra. Mas vale a pena investir. Em sua maioria, as pousadas oferecem café, jantar e lanche para o passeio diário (incluso para as praias mais próximas). Não fiquem em pousadas que ofereçam menos que isso. Não vale a pena. Um bom site para pesquisas é esse e esse aqui.

Passeios

Não sei dizer exatamente qual o tempo mínimo para visitar Los Roques, mas a impressão que eu tive é que se você passar duas semanas lá, só repetirá passeio se quiser. A ilha principal é Gran Roque, onde estão as pousadas e o pouco comércio do arquipélago. Os passeios que, normalmente, estão incluídos nas diárias das pousadas são para as praias chamadas Madrisquí, Francisquí, Rasquí e Cayo Pirata, pois estão mais perto da ilha principal.

Em todo caso, VALE A PENA contratar passeios para outras praias. Nós tivemos pouco tempo em Los Roques (apenas 3 dias), então fizemos Madrisquí, Francisquí e Cayo D´agua (altamente recomendável). Qualquer pousada lá pode te explicar facilmente os passeios, mas se vc quiser pode navegar por esse mapa aqui para ter mais idéia dos sites de passeio em Los Roques.

Praia de Francisquí

Fim de tarde em Francisquí

Praia de Cayo D´agua

Essa praia, apesar de linda, esqueci o nome. Mas fica na volta do passeio a Cayo D´agua

Praia de Madrisquí

Gaviotas em Madrisquí

sábado, 17 de dezembro de 2011

Resumão sobre o Canadá

Outro dia minha querida irmã pediu para eu fazer um resumão sobre o Canadá, pois o chefe dela queria ir pra lá e não tinha muito idéia. Acho que ela quis fazer uma média com o chefe e eu paguei o pato. Mas como gosto dessas pesquisas nem reclamei muito não. Separei as principais cidades com informações básicas e alguns links interessantes para pesquisas.

Pra quem pensa em conhecer o Canadá vale a pena dar uma olhada só para começar a ter noção de algumas coisas. Claro que é necessário mais pesquisa, isso aqui é só um resumo ok?

A primeira coisa que ela me perguntou foi sobre aluguel de carro. Bem, todas as vezes que usei a Budget fui sempre bem atendido e os carros são ótimos. Além disso, em todas as cidades que eu citei tem lojas Budget. Então recomendo!

Mapa do País


Como observado no mapa acima, Vancouver fica na costa oeste do país. Calgary (Banff) fica na região montanhosa que divide os estados de Columbia Britânica e Alberta. Já as demais cidades ficam na costa leste (relativamente perto de NY).

Principais cidades (da esquerda para a direita no mapa): Vancouver, Calgary (região de Banff - Rochosas), Toronto, Montreal e Quebec City.

Vancouver
Vancouver é uma cidade onde as atividades outdoor são a grande atração. Existem vários parques e opções de lazer. Por ser litorânea, Vancouver tem um clima bastante ameno, tanto no inverno quanto no verão. O site oficial do turismo em Vancouver tem mais informações sobre atividades e hospedagem.
Outra boa fonte de informações é o site TripAdvisor que rankeia os principais hotéis da região de acordo com o feedback de usuários. Não leve ao pé da letra mas dá uma base boa para pesquisa. O que fala de Vancouver é este aqui: Tripadvisor Vancouver.

Whistler no inverno
Outra opção que eu acho bem interessante em Vancouver é visitar Whistler. No inverno, Whistler é a estação de ski mais badalada da região. E no verão, tem diversas atrações e atividades ao ar livre. Fica a cerca de duas horas de Vancouver, mas acho que vale a pena a visita (talvez até se hospedando lá um dia ou dois).

Lake Louise
Calgary na verdade é apenas uma cidade grande que serve de ponto de partida para visitar a região de Banff. Calgary é uma planície (ou pradaria) que acho que vive do petróleo. É conhecida por se parecer com Houston (acho que tem cowboys e rodeios, sei lá).

Banff fica encrustada na cadeia de montanhas (Rochosas Canadenses). É conhecida pelas belas paisagens, tanto montanhosa, como lacustre, com lagos formados pelo degelo. O mais famoso é o Lake Louise (foto) e suas águas tem uma cor toda especial pois é formado pelo degelo das montanhas.


Harbourfront de Toronto
Toronto é a capital financeira do Canadá. É como se fosse a São Paulo deles. É a maior cidade do país em população. Nem por isso deixa de ter seu charme. É onde está a principal nightlife do país e os melhores restaurantes. Entre as atrações turísticas, temos a CN Tower - que o ponto mais alto da cidade - e a Casa Loma. O sistema de metro é bem eficiente, apesar de um pouco antigo e há ainda o PATH para o inverno (túneis que mais parecem shoppings ligando os principais prédios, metros e shoppings do downtown), legal de conhecer.

Montreal é a segunda maior cidade do Canadá e está no estado do Quebec, onde a língua francesa é a oficial. Mas não há nada com que se preocupar. Todos estão acostumados e falam muito bem o inglês. Caso esteja dirigindo, o GPS é imprescindível, pois as placas estarão todas em francês. Aqui eu fiquei apenas dois dias e mesmo assim na casa de um amigo, então não deu tempo de me localizar geograficamente. Me pareceu que o bairro perto do Mont-Royal (mirante famoso da cidade e parque preferido deles) era o melhor. O site oficial (em inglês) tem mais informações.
Mont-Royal
Além do Mont-Royal, estive na Catedral de St. Joseph e no Estádio Olimpico. Recomendo muito visitar o  Biodôme que fica do lado do estádio e é bem legal. Ele simula diversos ambientes do planeta, inclusive com os respectivos animais. Numa hora vc está andando numa floresta úmida com pássaros e jacarés (em segurança, claro), em outra vc está num ambiente temperado, com lontras e outros bichos. Bem legal. 

Para hospedagem, novamente, além do site de turismo da cidade é bom consultar o tripadvisor, lembrando do lance do bairro que eu falei.

Muros da cidade velha de Quebec
E por último, mas não menos importante, está Quebec City. Ela é a capital da Província do Quebec e uma das cidades mais antigas do Canadá. É a única cidade murada das Américas. O lance aqui é ficar na “Velha Quebec” e andar bastante admirando a cidade em si. Obviamente, aqui o francês tb é lingua oficial, mas como ela é ainda mais voltada para o turismo que Montreal, não vai dar nenhum problema. Novamente o  site oficial da cidade e o tripadvisor da cidade para mais informações.

O lance aqui é andar!!

Bem, como eu disse é só um resumo mesmo, mas já dá várias idéias e sites que considero importantes para pesquisas caso queiram visitar o Canadá. Estive lá no inverno e com certeza não é um bicho de sete cabeças, mas se pudesse recomendar, diria que o Outono deve ser o máximo. Clima ameno (frio suportável para brasileiros) e as melhores fotos.