domingo, 4 de novembro de 2012

Um pouquinho de Suiça, França e Alemanha...(parte 2)

Trem do chocolate
Na Suiça tem um passeio bem bacana que é a visita à fábrica da Nestlé. Afinal estamos na Suiça né? Pra ficar ainda melhor, é possível fazer esse passeio indo de trem panorâmico, o chamado Trem do Chocolate. Ele sai de Montreux, na beira do lago Leman e vai até Broc, numa day trip bem interessante. Infelizmente, o passeio de trem não está disponível no inverno, então tivemos que fazê-lo de carro mesmo. Ainda assim, foi bem legal.


Fábrica da Nestlé (no verão, repararam?)

A mesma fábrica, mas no inverno
A entrada na fábrica custa CHF 8 (oito francos suíços), ou seja, uns R$ 16 na época em que fomos. Mais informações sobre a visita acesse o site da fábrica aqui. Se você quiser mais informações sobre o passeio de trem, é só acessar esse site aqui.

Na semana em que estivemos na Suiça, nós não usamos trem, pois já tínhamos alugado um carro. Mas o trem é um transporte muito prático naquele país (e acho que na Europa toda). Então, pra quem quer conhecer a Suiça, acho importante dar uma pesquisada sobre o Swiss Pass. Com ele, você pode desfrutar de transporte em todo o país e descontos em várias atrações. Mais informações aqui e aqui.

Bem, voltando à fábrica, além de uma aula de cultura geral sobre as origens do chocolate e a fundação da Nestlé, você ainda tem o prazer (e põe prazer nisso) de degustar váááários chocolates no final do tour. À vontade!!! E óbvio, na saída, uma big loja pra você gastar todos os seus preciosos euros em chocolate!! Rs.

Sala de degustação

Chocolates à venda
No passeio tem uma parada na cidade de Gruyères (isso mesmo, onde inventaram o queijo gruyères), que fica bem ao lado de Broc, onde está a fábrica. Então, resolvemos fazer o mesmo itinerário. Em Gruyères, além de muito queijo, tem ainda o Chateau de Gruyères, que é um castelo de uma família que dominava a região e fica no alto de uma colina.

Vista da estrada

Vilarejo de Gruyères

Reparem como a cidade está cheia, rs.

As vistas são sempre magníficas!!

Dentro do chateau


Vista lá de cima

Jardim do chateau

E a viagem continua...

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

Um pouquinho de Suiça, França e Alemanha... (parte 1)

Lausanne - Suiça
Em nossas últimas férias (Fev/2012), fizemos nossa primeira viagem à Europa. Encontramos uma passagem super barata (cerca de R$ 1.100 ida e volta por pessoa com taxas) para a rota Recife/Frankfurt/Recife na Condor (www.condor.com). Como já estaríamos no Nordeste, então valeu super a pena. Obviamente que com esse preço de passagem, a primeira coisa que eu fiz foi comprá-la para depois pensar onde iríamos e o que faríamos na Europa. Rs.

Infelizmente não tivemos muito tempo, apenas uma semana - que é um tempo quase infinitesimal em se tratando de turismo na Europa - mas aceitamos o desafio de bom grado e foi ótimo.

Lembramos de um amigo que mora em Lausanne na Suiça e como teríamos pouco tempo, achamos uma boa concentrar os esforços em uma região só e aproveitar para revê-lo (e sua esposa que não conhecíamos). Entramos em contato e acertamos tudo. Valeu Gustavo e Mayara!!! o/

Bem, primeiro tenho que dizer que apesar da Condor não ser muito conhecida no Brasil, é uma empresa com um preço bom e um serviço decente. Nada muito diferente do que já estamos acostumados. O vôo foi tranquilo e chegamos cedo em Frankfurt.

O Aeroporto é enorme e dá de milhões a zero em qualquer um dos que temos por aqui. Eu já tinha reservado um carrinho na Sixt (www.sixt.com) e fui lá pegá-lo. Pra minha alegria, me deram um Audi A3 novinho. Adorei!! Só tomem cuidado na hora de pedir um GPS. Eu pedi e o carro vinha com computador de bordo. Até aí tudo bem. O problema é que ele estava configurado apenas para a Alemanha. Ou seja, tivemos que chegar na Suiça sem GPS. Foi tenso!!!

Olha nosso carrinho aí
Preciso dizer que como a distância entre Frankfurt e Lausanne é de uns 600 km, a nossa primeira idéia foi pegar outro avião até lá. Muito caro e levaria o dia inteiro!! A segunda opção foi pegar um trem. Também muito caro. Pelo preço do trem, nós pegamos um carro, conhecemos algumas cidades pelo caminho e ainda ficamos com transporte para fazer todos os passeios na Suiça. Foi cansativo, mas acho que valeu a pena.

Nossa primeira parada foi Heidelberg. Como eu fiz o favor de esquecer minha calça de frio (a que fica por baixo) e já estava contando de comprar um casaco por lá, a idéia seria parar na primeira loja que víssemos. E foi o que fizemos. Achamos uma H&R e fiz a festa. Nem aproveitamos a cidade, pois eu estava tenso com o lance do GPS. Então seguimos viagem.

Chegamos em Strasbourg (França) na hora do almoço. Achamos um restaurante qualquer, comemos e fomos dar uma volta. Estava um frio horroroso!!!! Rs.

Olha como a rua está cheia de gente por causa do calor!!

Em frente à Universidade de Strasbourg


Estátua do Goethe

Ao fundo a Notre Dame de Strasbourg. À esquerda a Dani com frio.

Incrível a igreja. Imagino a de Paris

Vocês acreditam que mesmo com aquele frio, tinha manifestação na prefeitura. Ô povo politizado!!!
Depois de sairmos de Strasbourg, tentei voltar para a estrada em que estávamos e não consegui. Mas achamos outro caminho e deu tudo certo. Chegamos em Lausanne já tarde, dormimos bem e já empolgados com os próximos dias. No dia seguinte, nossos amigos nos levaram para conhecer o Lago Leman e subir uma montanha (o Glacier 3000 em Diablerets).

Lago Leman (no verão, as pessoas nadam nesse lago. No inverno, só pato mesmo)


Já ficaram com frio???

Teleférico

Vista do teleférico

Vista lá em cima

Paisagens de tirar o fôlego

Temperatura "amena", rs

Piscina sobre uma fonte térmica. Ótima pedida depois de um dia frio.

O passeio foi fantástico, com vistas maravilhosas. Estava muito frio, mas valeu a pena. Depois fomos a uma piscina que foi construída sobre uma fonte térmica natural. Achei o máximo!!! Tinha uma parte interna e outra externa, ou seja, você podia estar numa água a 37 graus com a cabeça pra fora a uma temperatura de - 15 graus. Show de bola!!!!

Apesar de estarmos ainda no segundo dia de viagem, esse relato já está muito grande, então acho que vou deixar pra contar o resto num próximo post...


sábado, 7 de janeiro de 2012

Los Roques - O Caribe Venezuelano

Los Roques

Praia de Madrisquí

Bem, como vocês podem perceber pelo do título, Los Roques pertence à Venezuela e é banhado pelo mar do Caribe. Segundo o wikipedia, Los Roques é um conjunto de ilhas e cayos nas Pequenas Antilhas e pertence ao Hugo Cha...ops, à Venezuela. É também um Parque Nacional, ou seja, paga-se para entrar (cerca de USD 20) e fica a cerca de 176 km de Caracas.

O melhor meio de transporte é por via aérea (por via marítima leva muito tempo) com cerca de 45 min de vôo, saindo do terminal doméstico do aeroporto de Caracas.

Venezuela - primeiras impressões

É de todos ou do Huguinho??
Bem, não tirei foto do aeroporto porque, acreditem, não vale a pena. O Santos Dumont no RJ é pequeno mas dá de mil a zero. Não cheguei a visitar Caracas, mas a visão que tive de cima (chegamos pela manhã) não foi das melhores.

Primeira coisa a saber quando se chega à Venezuela: NÃO TROQUEM SEUS DÓLARES NAS CASAS DE CÂMBIO. O Huguinho fica de birra com os States, mas adora seus dólares. E como é ele que manda na brincadeira lá, ele quer dólares baratos, claro!!

Quando estivemos lá, estavam pagando (oficialmente) 4,3 bolívares para cada dólar. No "mercado negro" me pagaram 7 bolívares. É uma diferença e tanto. E como funciona esse mercado? Muito simples. Na saída da área de embarque, tem milhares de "transportadores de bagagem". São autorizados, tem uniforme e tudo. Eles querem levar sua bagagem "de graça" até o outro terminal (normalmente os turistas estão indo pras ilhas caribenhas que saem do terminal doméstico). No caminho, e longe dos soldados (sim, o exército está lá) eles trocam seu money. Simples.

Acho que valeu a pena, mas quando cheguei em Los Roques, precisei trocar mais um tanto e achamos um cara (recomendação da pousada) que trocava a 7,5 bolívares por dólar. Ótimo negócio.

Chegando lá

Bem, chegar na Venezuela é simples. Tem vôos diretos da Gol e da Tam. Normalmente, os vôos chegam à noite, então, via de regra, fica-se uma noite em Caracas. Isso não aconteceu conosco porque vínhamos dos States e chegamos pela manhã. Deem uma pesquisada sobre hotéis em Caracas para o pernoite e tomem cuidado com os táxis, pois tem muito táxi pirata. Apesar de provavelmente ser mais caro, é sempre bom procurar os táxis autorizados. Mais informações sobre táxis nesse link aqui.

Depois de uma noite em Caracas, dirija-se ao aeroporto para seu vôo à Los Roques. Tem vôo em alguns horários durante o dia, mas o melhor é o que sai mais cedo, pois assim vc consegue aproveitar esse dia já em Los Roques. Existem poucas cias aéreas para lá, sendo as mais conhecidas a Aerotuy e a Chapi Air. Essas tem aviões grandes com cerca de 30 a 40 lugares. Se vc achou que 30 ou 40 lugares não é grande, olhem o avião em que fomos para lá:

Achou o outro grande agora??
Devo confessar que morri de medo quando vi esse teco-teco na minha frente. Cabia OITO passageiros no avião. Bem, o importante é que chegamos bem. Em tudo isso, tem uma coisa muito importante a saber. Nesse avião não há espaço para excesso de bagagem. Nos outros é cobrado um valor alto, mas não vale a pena arriscar. Tragam pouca bagagem, pois a cota é de apenas 10 kg por pessoa (a verdade é que uma mochila daria né? roupa de praia, banho e itens de higiene pessoal. Quer mais pra que??).

Pousadas

Não se enganem, apesar das pousadas em Los Roques serem super simples, esse não é um destino lá muito barato. A diferença está no "charme" entre uma e outra. Mas vale a pena investir. Em sua maioria, as pousadas oferecem café, jantar e lanche para o passeio diário (incluso para as praias mais próximas). Não fiquem em pousadas que ofereçam menos que isso. Não vale a pena. Um bom site para pesquisas é esse e esse aqui.

Passeios

Não sei dizer exatamente qual o tempo mínimo para visitar Los Roques, mas a impressão que eu tive é que se você passar duas semanas lá, só repetirá passeio se quiser. A ilha principal é Gran Roque, onde estão as pousadas e o pouco comércio do arquipélago. Os passeios que, normalmente, estão incluídos nas diárias das pousadas são para as praias chamadas Madrisquí, Francisquí, Rasquí e Cayo Pirata, pois estão mais perto da ilha principal.

Em todo caso, VALE A PENA contratar passeios para outras praias. Nós tivemos pouco tempo em Los Roques (apenas 3 dias), então fizemos Madrisquí, Francisquí e Cayo D´agua (altamente recomendável). Qualquer pousada lá pode te explicar facilmente os passeios, mas se vc quiser pode navegar por esse mapa aqui para ter mais idéia dos sites de passeio em Los Roques.

Praia de Francisquí

Fim de tarde em Francisquí

Praia de Cayo D´agua

Essa praia, apesar de linda, esqueci o nome. Mas fica na volta do passeio a Cayo D´agua

Praia de Madrisquí

Gaviotas em Madrisquí

sábado, 17 de dezembro de 2011

Resumão sobre o Canadá

Outro dia minha querida irmã pediu para eu fazer um resumão sobre o Canadá, pois o chefe dela queria ir pra lá e não tinha muito idéia. Acho que ela quis fazer uma média com o chefe e eu paguei o pato. Mas como gosto dessas pesquisas nem reclamei muito não. Separei as principais cidades com informações básicas e alguns links interessantes para pesquisas.

Pra quem pensa em conhecer o Canadá vale a pena dar uma olhada só para começar a ter noção de algumas coisas. Claro que é necessário mais pesquisa, isso aqui é só um resumo ok?

A primeira coisa que ela me perguntou foi sobre aluguel de carro. Bem, todas as vezes que usei a Budget fui sempre bem atendido e os carros são ótimos. Além disso, em todas as cidades que eu citei tem lojas Budget. Então recomendo!

Mapa do País


Como observado no mapa acima, Vancouver fica na costa oeste do país. Calgary (Banff) fica na região montanhosa que divide os estados de Columbia Britânica e Alberta. Já as demais cidades ficam na costa leste (relativamente perto de NY).

Principais cidades (da esquerda para a direita no mapa): Vancouver, Calgary (região de Banff - Rochosas), Toronto, Montreal e Quebec City.

Vancouver
Vancouver é uma cidade onde as atividades outdoor são a grande atração. Existem vários parques e opções de lazer. Por ser litorânea, Vancouver tem um clima bastante ameno, tanto no inverno quanto no verão. O site oficial do turismo em Vancouver tem mais informações sobre atividades e hospedagem.
Outra boa fonte de informações é o site TripAdvisor que rankeia os principais hotéis da região de acordo com o feedback de usuários. Não leve ao pé da letra mas dá uma base boa para pesquisa. O que fala de Vancouver é este aqui: Tripadvisor Vancouver.

Whistler no inverno
Outra opção que eu acho bem interessante em Vancouver é visitar Whistler. No inverno, Whistler é a estação de ski mais badalada da região. E no verão, tem diversas atrações e atividades ao ar livre. Fica a cerca de duas horas de Vancouver, mas acho que vale a pena a visita (talvez até se hospedando lá um dia ou dois).

Lake Louise
Calgary na verdade é apenas uma cidade grande que serve de ponto de partida para visitar a região de Banff. Calgary é uma planície (ou pradaria) que acho que vive do petróleo. É conhecida por se parecer com Houston (acho que tem cowboys e rodeios, sei lá).

Banff fica encrustada na cadeia de montanhas (Rochosas Canadenses). É conhecida pelas belas paisagens, tanto montanhosa, como lacustre, com lagos formados pelo degelo. O mais famoso é o Lake Louise (foto) e suas águas tem uma cor toda especial pois é formado pelo degelo das montanhas.


Harbourfront de Toronto
Toronto é a capital financeira do Canadá. É como se fosse a São Paulo deles. É a maior cidade do país em população. Nem por isso deixa de ter seu charme. É onde está a principal nightlife do país e os melhores restaurantes. Entre as atrações turísticas, temos a CN Tower - que o ponto mais alto da cidade - e a Casa Loma. O sistema de metro é bem eficiente, apesar de um pouco antigo e há ainda o PATH para o inverno (túneis que mais parecem shoppings ligando os principais prédios, metros e shoppings do downtown), legal de conhecer.

Montreal é a segunda maior cidade do Canadá e está no estado do Quebec, onde a língua francesa é a oficial. Mas não há nada com que se preocupar. Todos estão acostumados e falam muito bem o inglês. Caso esteja dirigindo, o GPS é imprescindível, pois as placas estarão todas em francês. Aqui eu fiquei apenas dois dias e mesmo assim na casa de um amigo, então não deu tempo de me localizar geograficamente. Me pareceu que o bairro perto do Mont-Royal (mirante famoso da cidade e parque preferido deles) era o melhor. O site oficial (em inglês) tem mais informações.
Mont-Royal
Além do Mont-Royal, estive na Catedral de St. Joseph e no Estádio Olimpico. Recomendo muito visitar o  Biodôme que fica do lado do estádio e é bem legal. Ele simula diversos ambientes do planeta, inclusive com os respectivos animais. Numa hora vc está andando numa floresta úmida com pássaros e jacarés (em segurança, claro), em outra vc está num ambiente temperado, com lontras e outros bichos. Bem legal. 

Para hospedagem, novamente, além do site de turismo da cidade é bom consultar o tripadvisor, lembrando do lance do bairro que eu falei.

Muros da cidade velha de Quebec
E por último, mas não menos importante, está Quebec City. Ela é a capital da Província do Quebec e uma das cidades mais antigas do Canadá. É a única cidade murada das Américas. O lance aqui é ficar na “Velha Quebec” e andar bastante admirando a cidade em si. Obviamente, aqui o francês tb é lingua oficial, mas como ela é ainda mais voltada para o turismo que Montreal, não vai dar nenhum problema. Novamente o  site oficial da cidade e o tripadvisor da cidade para mais informações.

O lance aqui é andar!!

Bem, como eu disse é só um resumo mesmo, mas já dá várias idéias e sites que considero importantes para pesquisas caso queiram visitar o Canadá. Estive lá no inverno e com certeza não é um bicho de sete cabeças, mas se pudesse recomendar, diria que o Outono deve ser o máximo. Clima ameno (frio suportável para brasileiros) e as melhores fotos. 

sábado, 20 de agosto de 2011

Foz do Iguaçu

Depois de muito tempo, estamos de volta! Estive bem enrolado nesse tempo, principalmente com minha mudança para São Paulo por motivo de trabalho, mas como a casa já está arrumada, estou voltando com todo vapor. E atendendo a pedidos por viagens mais "acessíveis" falaremos pela primeira vez sobre um destino no Brasil: Foz do Iguaçu no Paraná. 

Eu e minha esposa estivemos lá em Outubro do ano passado (2010) e gostamos bastante. Apesar da cidade não possuir uma estrutura muito boa, as atrações são de nível internacional! E apenas como informação, nós fomos através da Tam Viagens, onde pagamos cerca de R$ 1300 num pacote de quatro noites com passagem e hospedagem.


Cidade

Como eu já disse, achei a cidade de Foz bem fraquinha. Tem muitos hotéis, claro, mas pouquíssimas atrações além do óbvio. Durante nossa estadia, achamos um shopping pequeno com 3 salas de cinema e uma praça de alimentação decente. Tentamos sair à noite, mas não achamos muita coisa. Talvez outros viajantes mais experientes tenham tido mais sorte e tenham mais informações.

Mas a verdade é que ninguém vai a Foz para curtir a cidade. Nós ficamos 4 noites, mas acho que 3 (ou até 2 se vc tiver disposição) são suficientes.

Hotéis

Existem dois tipos de hotéis em Foz: os que ficam dentro da cidade e os que ficam nas estradas no caminho das principais atrações. Os hotéis situados nas estradas costumam ser maiores, com estrutura e estão mais perto das principais atrações da cidade. Contudo, se vc não tiver transporte ficará um pouco isolado.

Transporte

Eu creio que existam 3 opções de transporte na cidade. Uma é vc fechar o transporte junto com cada passeio que fizer. Isso é bem simples e prático. A segunda é alugar um carro na cidade e a última é contratar alguém que fique à disposição (existem diversas empresas que prestam esse serviço).

Nós contratamos o cara que fez o nosso traslado para ficar à nossa disposição. Ele nos cobrou uns R$ 450 e nos levou em todas as atrações, mas acho que o melhor seria alugar um carro. Pesquisando no site da Unidas dá pra achar carros com diárias de R$ 100, já incluído o seguro.

Atrações

  • Itaipú
A Usina Binacional de Itaipú disponibiliza dois tipos de passeios, o chamado Panorâmico e o Especial. O Panorâmico - que foi o que fizemos - custa R$ 19 e sai de hora em hora das 8h até as 16h. Você assiste um filmezinho e pega um ônibus com dois andares para dar a volta na Usina.


Durante o passeio, um guia vai passando diversas informações sobre a Usina. Além disso, o ônibus para umas duas vezes em pontos estratégicos para boas fotos. O principal deles é para observar de perto o Vertedouro. Ele serve para escoar as águas que estão em excesso no reservatório de Itaipú. Segundo o guia, é bem raro assistir o Vertedouro funcionando. Parece que ele só funciona em 10% do ano, ou seja, demos sorte!!!



O passeio Especial é o Panorâmico seguido de um passeio por dentro das instalações da Usina. Vc conhece como tudo funciona, as turbinas, controle, etc... Ele custa R$ 50 e é obrigatório o uso de calças (as suas, logo não pode usar bermudas). O passseio sai às 8h, 8:30h, 10h, 10:30h, 13:30h, 14h, 15:30h e 16h e duram umas 2 horas e meia.

  • Cataratas (lado brasileiro)



O Parque Nacional do Iguaçu abre todos os dias de 9h às 17h. Apesar de possuir padrão interncional recomendo que cheguem cedo (um pouco antes de abrir) porque as filas são grandes. A entrada para brasileiros custa R$ 24,30 (esse preço é quase metade do cobrado para estrangeiros), e inclui o transporte dentro do parque. São ônibus que circulam dentro do parque (apenas uma rua reta) ininterruptamente com umas 3 ou 4 paradas. Você pode ir e vir quantas vezes quiser.


O lado brasileiro, apesar de ter a melhor vista, não é grande. Tem uma trilha para um poço (essa parada aí de cima, mas eu não fiz), tem a parada do Macuco Safári e a seguinte é uma pequena trilha beirando o rio. Nessa trilha a vista é maravilhosa e vai até o mirante que chega mais perto da Garganta do Diabo. Imperdível!!!





Obs.: A água está marrom porque havia chovido bastante dias antes. Isso foi bom pq deu um volume grande de águas, mas deixou o rio meio barrento. Contudo, a cor da água lá é verde na maior parte do tempo.

Além do óbvio, ainda é possível fazer o passeio chamado Macuco Safári, rafting e rapel. Não fiz o Macuco (que é um passeio de barco até debaixo das quedas), mas custa uns R$ 250. Ouvi dizer que fazer pelo lado argentino é mais barato, mas cabe confirmação. Se for fazer o rafting pergunte sempre se o rio está bom, pq se estiver cheio fica sem graça. Custa uns R$ 80 p/ pessoa. E o rapel eu não sei, mas parece ser bacana. É uma estrutura de metal que fica uns 30 metros acima do rio. Considere as opções e se informe melhor na cidade.

Obs2.: Recomendo que leve uma toalha e outra muda de roupa numa mochila pois é muito fácil sair molhado de qualquer coisa que vá fazer lá. Além disso, como seria de se esperar, TUDO é muito caro dentro do parque. Existem algumas lojas, além do restaurante, mas é muito caro. Leve sanduíches e água.
  • Cataratas (lado argentino)

Mapa do Parque

Parque Nacional del Iguazú abre todos os dias das 8h às 18h. Recomendo novamente chegar cedo porque o parque é bem grande (são umas 3 ou 4 vezes maior que o lado brasileiro). A entrada custa $70 (pesos argentinos), lembrando que aqui eles não aceitam outra moeda. Troque real por pesos em Foz do Iguaçu e leve o dinheiro trocado. (Eu tive que comprar uma blusa na loja em frente pra poder trocar dinheiro).

É preciso vir com o dia livre para conhecer o parque inteiro. Existem diversas trilhas, a superior (por cima das quedas), a inferior (em frente algumas quedas), o trenzinho para a Garganta do Diabo, além da Isla San Martin (que quando fomos estava fechada). Todas são muito boas. O parque é realmente impressionante!!



Garganta do Diabo
 No parque tem um restaurante bem razoável e em conta, mas ele fica perto da entrada, então é bom q vc traga lanches e água, pois dependendo de onde esteja nem rola voltar. Abaixo mais algumas fotos:





Na fronteira com o Brasil ainda tem um free shop que o pessoal fica alardeando aos quatro ventos. Eu fui e não achei nada demais, e nem barato era. Mas como é caminho, não custa nada parar e ver com os próprios olhos.


Sobre o Paraguai nem sei se vale a pena comentar. Lá é feio e muito ruim. Se for, contrate alguém para te levar porque andar de carro lá é uma loucura. Se informe sobre lojas de confiança com quem for te levar e vá apenas nestas!! Nem pense em comprar alguma coisa na rua. Vá, compre o que vc deseja e volte. Não tem nada para ver (além do contrabando esperando a noite chegar para atravessar o rio). Lamentável!!

Espero que as informações acima ajudem e boa viagem!!